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Arrumando o armário, caiu um negócio no meu pé que chamou a atenção. Era um aparelho de MP3. O flashback foi certeiro: ganhei de Natal no final da minha segunda ou terceira série do fundamental – sim, na época ainda era série – com a promessa de passar de ano. Foram duas memórias: a primeira, a de que eu sempre ficava em prova final. A segunda, do quão incrível era aquele produto.

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A importância de um plano de contingência e a dificuldade de tê-lo

Enquanto os meus pais não achavam que isso era um problema sério, os meus avós sempre questionaram o meu uso de internet. Era de, pelo menos, 4h por dia, com direito a entrar em desespero quando a conexão caia. Hoje, tudo mudou um pouco. Logo cedo, ouvi:

– O que vamos fazer em casa, se nem internet tem?

Foi minha vó quem soltou essa frase, depois de algumas horas sem internet, em casa. Se eu voltasse aos meus 16 anos, esta frase me assustaria. Porém, tornou-se costume. Em questão de proporção, o meu consumo é menor que o dela. Frequentemente assistindo vídeos no YouTube, Facebook e WhatsApp, há até queixas de que 32GB de memória interna é pouco. Meus avós, hoje, ficam mais tensos que eu, com uma queda de internet.  “Novos tempos”, pensei.

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SSD num Mac antigo: um novo computador

Nos quarenta e cinco do segundo tempo, saí de casa e fui comprar um SSD. A pesquisa já tinha sido feita há bastante tempo. Só precisava ver onde e quanto pagar. Acabei indo correndo para uma loja na Barra da Tijuca, que vendia, inclusive, mais barato que as lojas do Centro do Rio. Comprei um SanDisk SSD Plus de 120GB, lançado no ano passado. De lá, saí com uma peça de computador que, em dois minutos de uso, superou toda experiência que tive até hoje.

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